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Lançamento: Donkervoort, difícil de pronunciar, impossível não prestar atenção

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Lançamento: Donkervoort, difícil de pronunciar, impossível não prestar atenção

Mais um esportivo de grife europeia

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Nissan e-NV200 - Nissan mostra furgão pequeno elétrico em Detroit com foco na sustentabilidade

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Nissan e-NV200 - Nissan mostra furgão pequeno elétrico em Detroit com foco na sustentabilidade

Delivery elétrico

Nissan mostra furgão pequeno elétrico em Detroit com foco na sustentabilidade

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Fotos do Chery S18, do Hyundai Veloster Turbo, do Ford Focus Eletric, do Nissan Juke e do Comil DD

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Fotos do Chery S18, do Hyundai Veloster Turbo, do Ford Focus Eletric, do Nissan Juke e do Comil DD

      A Chery começa 2012 com a chegada do compacto S18. O modelo é o primeiro carro chinês lançado no mercado brasileiro com tecnologia bicombustível. Vendido na China pela marca Riich, o S-18 será posicionado entre o subcompacto QQ e o monovolume Face, com preço inicial de R$ 31.990. Assim como em outros modelos chineses, o valor já inclui uma ampla lista de equipamentos de série, como ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico e CD player com MP3. O porta-malas tem capacidade para 160 litros, contra 190 litros do QQ. Por fora, o compacto ostenta rodas de liga leve de 14 polegadas.

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Teste rápido: Uno Economy, a boa surpresa que deixa o bolso do dono mais leve

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Teste rápido: Uno Economy, a boa surpresa que deixa o bolso do dono mais leve

Lançado no segundo semestre de 2010, a versão econômica do Uno faz jus à denominação dada pela Fiat ao compacto. Ou seja, Economy.

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Lançamento: Para enfrentar a irmã Freemont da Fiat, Chrysler equipa Journey com motor mais potente

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Lançamento: Para enfrentar a irmã Freemont da Fiat, Chrysler equipa Journey com motor mais potente

Os efeitos da união da Chrysler com a Fiat ainda não chegaram diretamente aos modelos da marca americana. A operação está concentrada em outros pontos, como organizar economicamente o grupo ianque e faze-lo funcionar plenamente nos Estados Unidos.

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Lançamento: Cobalt, o sedã da GM que é a arma para enfrentar o avanço dos chineses entre os compactos

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Lançamento: Cobalt, o sedã da GM que é a arma para enfrentar o avanço dos chineses entre os compactos

Os fabricantes dde automóveis do Brasil levaram um susto quando os carros chineses aportaram por aqui, com inúmeros atrativos que mexeram com o consumidor. Afinal, vinham de série com airbags, abs, ar, direção,vidros elétricos e o principal: preço. A estratégia asiática levou os fabricantes ao ponto máximo de tensão. O "inimigo" veio com um marketing agressivo, ganhando em pouco tempo terreno que muitos fabricantes fixados no país lutavam para se manter. Mas nada como a concorrência acirrada, para mexer com os brios das montadoras. E para provar que é impossível   para se enfrentar os chineses e coreanos, a General Motors lança o sedã compacto Cobalt.

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Lançamento: Fiat renova o Palio, que ganhou linhas mais esportivas e próximas do DNA da marca

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Lançamento: Fiat renova o Palio, que ganhou linhas mais esportivas e próximas do DNA da marca
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Lançamento: As primeiras imagens do novo Volkswagen CC. Modelo será apresentado no Salão de Los Angeles

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Lançamento:  As primeiras imagens do novo Volkswagen CC. Modelo será apresentado no Salão de Los Angeles

A Volkswagen divulgou as primeiras fotos do novo CC, ou Concept Coupé. O carro é um sedã esguio, e marca a continuidade na aposta vencedora em cima do Passat, que vendeu mais de 270 mil unidades em todo o mundo. A proposta atual, que fará seu debut no Salão de Los Angeles, a partir do próximo dia 16, tem alterações como na grade horizontal, que ficou mais aproximada à identidade atual dos carros. Mudaram também os parachoques e as linhas laterais, que ganharam um pouco mais de sinuosidade. Os faróis de xenônio também tiveram o desenho refeito. Os motores seguem com versões de 160 cv a 210 cv de potência, acoplados a um câmbio automático de seis marchas. A grande novidade, no entanto, está no nome: ao retirar o Passat da classificação, a Volkswagen pretende criar uma nova família, independente do outro sedã. Personalidade, este aqui tem de sobra e isso CarZ pode apurar quando testou, no ano passado um Passat CC: linhas impressionantes, especialmente o desenho da capota e da lateral, deram um efeito único. 

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Teste rápido: Mini Clubman Hampton Series, charmoso, prático e até mais confortável que o Mini comum

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Teste rápido: Mini Clubman Hampton Series, charmoso, prático e até mais confortável que o Mini comum

Todo mundo olha quando um Mini passa. Mesmo já não sendo novidade, o desenho modernizado do carro é um dos grandes cases de revitalização de marca na indústria automotiva internacional. E de marketing também, já que há muito ficou para trás a ideia de que o carrinho era para pessoas com menor capacidade de renda - lembram do modelo do Mr.Bean? Agora, o Mini é sofisticado, tem por trás a BMW e engenheiros que encontraram fórmulas de ampliar a família sem comprometer o charme de um ícone global. Daí a nossa satisfação em poder publicar aqui para os leitores do CarZ, mais um teste com os carros da marca. Dessa vez, com o Clubman, um pouco maior que o normal e com o charme de ter uma terceira porta lateral - alô Veloster, esse aqui veio antes. Outro ponto de charme é a tampa do porta-malas, que nesse caso se abre como a de um furgão de carga, revelando um porta-malas quase tão pequeno quanto o do irmão normal. A vantagem aqui é que o acesso é muito mais fácil.

 

O Clubman Hampton Series (R$ 129.950), cedido pela revenda Caltabiano, tem motor turbo de 1,6 litros e 184 cv, acoplado a uma caixa de câmbio automática de seis velocidades. É bastante potência para um carro desse porte. Criado para comemorar os 50 anos da versão Countryman Traveller, o Clubman é arisco e assusta o motorista dependendo da reação. Um kick down forte e você tem como resposta uma chicotada de aceleração e, o que é a questão, a frente reagindo rápido. A força de torque é tamanha que a dianteira não só levanta como fica leve. Se a proposta é ter desempenho com conforto, o Clubman atende a ambos. Particularmente, em comparação com o teste que fizemos em um modelo Cooper S normal, achamos que o conforto a bordo é melhor pela diferença de tamanho: o Clubman é 30 cm mais comprido. Em vias mais esburacadas, parece sentir menos as irregularidades do terreno, o que é ótimo. Da mesma forma o comportamento dinâmico nas curvas transmitiu bastante segurança, sem torção excessiva. Não é tipo kart como o do irmão menor, mas garante a sensação do limite sem nenhuma dificuldade. 

 

O carro conta com um interior sofisticado, com assentos de couro envolventes e costurados com fios de cor em detalhes para dar esportividade. O painel tem forração com metal em padrão fibra de carbono e o isolamento acústico é excelente. A opção da terceira porta para o acesso aos assentos traseiros também se mostra melhor que a do modelo normal. Mesmo sendo pequena, permite que um adulto se contorça menos para experimentar o banco traseiro. A pintura metálica com cor exclusiva, os faróis escurecidos, as rodas de desenho único e outros detalhes marcam bastante a personalidade do carro e atraem a atenção por onde passa.  Achamos interessante também a questão das maçanetas, que possuem um desenho meio retrô e são acionadas apenas se a pessoa empunhar na posição correta.  Como é uma série comemorativa, não serão muitos exemplares a venda no país. Então se a ideia é ter um carro que marque a personalidade, o Clubman é capaz de agradar em cheio tanto a homens quanto a mulheres. 

 

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Lançamento: Audi A6, um sedã com tanta tecnologia que é melhor dar férias ao motorista

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Lançamento: Audi A6, um sedã com tanta tecnologia que é melhor dar férias ao motorista

Audi A6, dê férias ao motorista

 

Sedã traz bons itens de série e um pacote de opcionais incrível, mas caro

 

Geralmente quem tem um dos grandes sedãs da Audi passa mais tempo no banco traseiro do carro doque dirigindo o modelo. Uma pena! Pois seria muito melhor dá férias ao fiel motorista e assumir a direção. Este é o caso da sétima geração do A6, que chega ao país com boas mudanças estéticas e de equipamentos.

 

Importado para brigar com o Série 5(BMW) e o Classe E (Mercedes-Benz),o sedã reuniu o que há de melhor de outros dois modelos da marca das argolas, o A7 e o A8. Leds nos faróis (que ficaram mais alongados), o capô ganhou aparência mais musculosa, reforçando o estilo esportivo, como gostam os endinheirados que podem pagar pelo modelo de 'entrada' R$ 313.900.

 

Por baixo do capô tem um coração dos mais interessantes. Ou seja, um motor V6, 3.0 litros (gasolina) com compressor mecânico), 300 cavalos de potência a 5.250 giros  e câmbio

S-tronic de sete velocidades e dupla embreagem.

 

Mas é no interior que existem todos os motivos para se mandar o motorista tirar folga. A cabine traz a sensação de se estar no comando de um avião. O painel de instrumentos oferece todo tipo de informação que se necessita sobre o carro. Para não se enrolar na hora de usar tanta tecnologia, é bom fazer um "cursinho'. Mas antes de mencionar a parafernália eletrônica que faz parte da lista de opcionais, vale destacar que sobra conforto e espaço para cinco pessoas no A6. Os bancos de couro ajustam-se muito ao corpo do motorista e do carona.

 

 

A versão básica, se é que se pode chamar assim, vem bem carregada de equipamentos como o Drive Select – através de um controle no console central é possível alterar a direção e transmissão: dinâmico (mais esportivo, a suspensão fica mais firme e direção direta), conforto, automático e individual ( é decisão do motorista os acertos.

 

 A lista segue com sensores de chuva e de baixa luminosidade, ar-condicionado duas zonas, bancos dianteiros elétricos com memória, computador de bordo, teto solar, volante multifuncional com ajuste elétrico de distância e altura, shift-paddles, airbags frontais, laterais e de cabeça, câmara de ré e indicador de pressão dos pneus.

 

Até ai não diferencia muito dos demais modelos do segmento. No entanto, as joias para o sedã fazem parte da relação de opcionais integrada por head up display – exibe informações projetadas na parte inferior do parabrisas; Pre Sense Plus – ativa os freios em caso de impacto iminente; Side Assist – indicada a presença de veículos no ponto cego dos espelhos; Adaptative Cruise Control – controla a distância para o carro da frente, freando ou andando por conta de seus sensores; Night Vision – câmara de imagem térmica que detecta pedestres e animais no escuro, GPS , e para finalizar o “pacote” o Park Assist, que estaciona o carro para o motorista. Basta controlar o freio e o acelerador. Os brinquedinhos custam a mais cerca de R$ 50 mil.

 

CarZ rodou por cerca de 120 quilômetros na região de Campinas para ver como funciona a versão top do grande sedã, que antes mesmo de ter sido lançado por aqui, já vendeu cerca de 22 unidades, das 32 importadas para este ano.

 

Logo na partida o motor 3.0l mostra que tem apetite de sobra para andar ligeiro. Em pouco tempo chega-se a 100 km/h ( Audi diz que o A6 vai de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos) e a velocidade não é percebida. Pedindo para pisar mais, o propulsor gosta de velocidade e as trocas com o câmbio S-tronic de sete marchas é impossível não atender a este apelo. Não há ruído no interior do carro, apenas dos passageiros conversando ou ouvindo música .

 

Ao longo do trajeto utilizamos todos as diversões que o sedã oferece. O Head up display não tira a atenção do motorista, ao contrário do que se pensa. É uma facilidade a mais.

 

O ACC é outro brinquedo que interessa muito. Basta programar a velocidade e a distância que se quer ficar do veículo à frente. Ajustado, o carro irá acelerar ou reduzir a velocidade sem sua interferência. O night vision é o que há de melhor. Embora o teste tenha ocorrido durante o dia, foi possível avaliar o funcionamento do equipamento. Detecta, sim, qualquer fonte de calor na dianteira do veículo.

 

Acha complicado estacionar um sedã que mede 4.91m de comprimento? Pois com o Parak Assistent, seus problemas acabaram. Basta ter controle do freio e do acelerador. O resto deixa por conta do equipamento. Ele acerta na vaga muito mais rápido do que qualquer motorista experiente.

E o motor? É extremamenten adequado a proposta do A6 e não sente os 1.740 quilos do sedã. Nas curvas, impressiona ainda mais. Além de um conjunto de suspensão (independente, do tipo double wishbone com cinco braços, molas helicoidais e barra estabilizadora na dianteira..Independente, com braços trapezoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Controle eletrônico de estabilidade atrás) não deixam o carro deslizar em curvas acentuadas. Nas retas, segura o carro muito bem no piso, mesmo em velocidade acima dos 150 km/h.

 

Para não dizer que o carro é quase perfeito, o A6 fez durante o teste a média de consumo de combustível, segundo o computado de bordo, na faixa de 9 km/l. A Audi garante que é capaz de chegar a 12 km/l. Pode ser, mas quem compra um luxo deste, a última coisa que irá pensar é no consumo de combustível. Ele quer mais andar voando baixo pela estrada.

 

Ficha

Motor: V6, gasolina, 3.0l, 300 cavalos de potência a 5.250giros.

Câmbio: S-tronic de sete velocidades

Preço: R$ 390 mil (versão avaliada)

Gostamos: Acabamento, desempenho, desing, conforto.

Não gostamos: Tá, a lista de opcionais encarece o carro.

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Teste rápido: Corolla GLi MT 2012, um sedã tão eficiente que o mais difícil é escolher não comprar

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Teste rápido: Corolla GLi MT 2012, um sedã tão eficiente que o mais difícil é escolher não comprar

Os sedãs médios estão entre os modelos mais procurados pelos consumidores brasileiros, e não é sem motivo. Carros ágeis, confortáveis, adequados ao tamanho das garagens, ruas e vagas públicas, ideais para se enfrentar congestionamentos e até econômicos para a categoria, despertam a atenção pela versatilidade. No caso do Corolla GLi MT que CarZ recebeu para testes, o que mais nos interessou foi tentar compreender o nível de fidelidade acima da média que detectamos entre os donos desse modelo. Na revenda, inclusive, confirmamos com um dos encarregados que há muitos casos em que as pessoas trocam os Corollas por modelos exatamente iguais, apenas dois anos mais novos em relação ao que possuiam.

 

Uma das explicações viáveis está na palavra que sintetiza o projeto do carro: eficiência. E como tal entenda-se inclusive o despojamento de um interior confortável, muito bem acabado, mas sem qualquer arroubo de estilo que nos faça olhar para um console central e nos imaginar dentro de uma nave espacial. Ali, o que conta é a funcionalidade e a qualidade do material. Tanto estofamentos, como o próprio painel, a forração das portas, enfim, o conjunto, não demonstra qualquer tendência ao espalhafato. O motorista senta, ajusta-se com facilidade a todos os controles, liga a partida e se surpreende com a docilidade e o silêncio do motor Dual VVT de 1,8 litros e 143 cv de potência. É quase inaudível, mas reage com extrema precisão a qualquer pressão do acelerador. Como o acerto é excelente, temos sempre a sensação de sobra de potência, mesmo com quatro adultos a bordo.

 

Rodando nas ruas, percebemos também que a suspensão tem o equilíbrio ideal para enfrentar os buracos das ruas, absorvendo o suficiente e repassando o mínimo de forma a não aguentar o tranco sozinha - o que é um diferencial, por exemplo, em relação ao rival Civic, que sofre um pouco mais dado o aparente curso menor dos amortecedores. Não há torção nas curvas e o comportamento é bastante neutro graças não só à geometria, mas também à direção hidráulica com desmultiplicação ideal. O volante responde na medida exata, sem sem brusco ou lento. No modelo testado o câmbio era manual, de seis marchas. Aqui, outro ponto muito atraente: a sexta, na verdade um overdrive, a rotação do motor a 90 km/ fica em pouco mais de 1200 giros. Em uma viagem, é possível até esquecer que o carro está funcionando. O reflexo disso também aparece no indicador de consumo do painel, que desce muito lentamente. De fato, fizemos uma média em torno de 9 km/ litro na cidade, mesmo rodando em trânsito travado e o tempo todo com o ar condicionado ligado - outro bom equipamento, com ventoinha silenciosa e boa capacidade de resfriamento. Não usamos o carro em estrada para testar, mas achamos que o consumo continuará mantendo esse padrão de excelência.

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