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A Volkswagen divulgou as primeiras fotos do novo CC, ou Concept Coupé. O carro é um sedã esguio, e marca a continuidade na aposta vencedora em cima do Passat, que vendeu mais de 270 mil unidades em todo o mundo. A proposta atual, que fará seu debut no Salão de Los Angeles, a partir do próximo dia 16, tem alterações como na grade horizontal, que ficou mais aproximada à identidade atual dos carros. Mudaram também os parachoques e as linhas laterais, que ganharam um pouco mais de sinuosidade. Os faróis de xenônio também tiveram o desenho refeito. Os motores seguem com versões de 160 cv a 210 cv de potência, acoplados a um câmbio automático de seis marchas. A grande novidade, no entanto, está no nome: ao retirar o Passat da classificação, a Volkswagen pretende criar uma nova família, independente do outro sedã. Personalidade, este aqui tem de sobra e isso CarZ pode apurar quando testou, no ano passado um Passat CC: linhas impressionantes, especialmente o desenho da capota e da lateral, deram um efeito único.
Por Antonio Puga
CAMPINAS - Por Antonio Puga
CAMPINAS - O segmento de off road light ganhou mais um integrante, é a station wagon Space Cross,da Volkswagen. Produzido na Argentina,onde se chama Suran Cross, vem para brigar com o Palio Weekend Adventure (Fiat); Livina X-Gear (Nissan); AirCross (Citroën); Sandero Stepway (Renault); e o 207 Escapade (Peugeot). A disputa não é das mais fáceis para a perua da Volks, ainda que venha bem equipada nas duas versões em que é comercializada – uma com câmbio manual que sai por R$ 57.990 e a outra com a transmissão automatizada I-Motion, por R$ 60.690 - mais cara do que as rivais de mix, onde o preço varia entre R$ 53.290 (Livina) a R$ 54.850 (Palio Weekend).
Em compensação a Space Cross vem de série com rodas de liga leve aro 15, direção hidráulica, freios ABS, airbag duplo, computador de bordo, sensor de chuva e crepuscular, ar-condicionado, regulagem do banco do motorista, gaveta sob o banco do motorista, redes nas laterais do porta-malas, destravamento da tampa traseira via keyless, quatro alto-falantes e dois tweeters, vidros elétricos dianteiros e traseiros, retrovisores elétricos, espelho retrovisor interno anti ofuscante e sensor de estacionamento. Sem contar que há uma lista de opcionais que vai do banco de couro a vários outros itens.
Mas não como negar que a maquiagem aventureira deixou a Space Cross visualmente atraente, se comparada à "irmã" Space Fox. Caixas de rodas agora têm contornos, os para-choques se destacam, sendo que o dianteiro abriga o farol de neblina. Faróis com máscara negra, lanternas escurecidas, adesivos nas laterais são algumas das características do veículo. Para quem pensa que a marca colocou o estepe colado na tampa do porta-malas, é bom esquecer. Ele está no mesmo local da versão mais simples, no fundo do porta-malas. Internamente o acabamento é elegante, em nada lembra um modelo que supostamente está pronto para a aventura na selva de pedra. Os bancos dianteiros são altos e acomodam bem o corpo do motorista. O plástico é de boa qualidade e sem rebarba. O nível acústico também é bastante bom. Por baixo do capô, nada de novo. O motor é o 1.6l 8V, com 104 cavalos de potência abastecido com etanol e 101 cv com gasolina a 5.250 giros. No entanto, a novidade está nos ajustes que a engenharia fez no conjunto de suspensão da perua para adequá-la à proposta de um fora-de-estrada de butique. Com isso, a dianteira é mais alta 33 milímetros e a traseira, 35mm. Também os amortecedores e molas receberam um acerto mais firme.
Teste
CarZ rodou por cerca de 170 quilômetros com a versão manual, na região de Campinas, com direito a um pequeno trecho de terra. Apesar de tantos acessórios ficou claro que nem sempre beleza põe mesa, como diz o ditado. O propulsor 1.6l pode ser eficiente em outros modelos mais leves, o que não é o caso da Space Cross, cujo peso é de 1.184 quilos. Com isso, falta fôlego ao motor quando se exige mais dele, tanto que houve momentos a necessidade de se reduzir à quarta marcha para ganhar força. Vale destacar que viajavam no veículo três adultos com o mínimo de bagagem. Esta falta de força acaba gerando um outro problema: aumento do consumo de combustível. Segundo o computado de bordo, a média foi de 7,3km/l.
Por outro lado, não se pode negar que o aumento da suspensão (independente, tipo McPherson, com braços triangulares transversais e barra estabilizadora na dianteira e interdependente com braços longitudinais na traseira) tenha deixado o carro mais firme no piso, além de não repassar para os ocupantes as irregularidades do asfalto. Em resumo: como o carro é para rodar na cidade, os enfeites e o nível de equipamentos podem ser um atrativo ao consumidor, principalmente os jovens.
Ficha
Motor : 1.6l (flex)8 V, 101 cv (gas) e 104 cavalos (etanol) a 5.250 giros
Câmbio: manual de cinco velocidades.
Preço: R$ 57.990
Gostamos: Dirigibilidade, ergonomia, espaço interno, nível de equipamentos de série
Não gostamos: Motor é fraco para o peso, o que acaba comprometendo o desempenho
A Volkswagen apresentou os esboços de um protótipo que deve ser apresentado no seu estande no Salão de Frankfurt. Trata-se do NILS, um pequeno carro com corpo todo construído em alumínio, feito para um só passageiro, movido a motor elétrico. O projeto, que teve o apoio do ministério dos Transportes e do Desenvolvimento Urbano da Alemanha, prevê ainda portas com abertura vertical e rodas expostas. Em relação às primeiras, embora no aspecto visual possam ser mais eficientes, na prática não o são tanto. Em locais com teto rebaixado, por exemplo, é preciso tomar cuidado com a abertura vertical. Além disso, o acesso dos passageiros não é tão simples quanto o de uma porta comum - e o maior exemplo disso é a SLS AMG que CarZ teve a rara oportunidade de testar em Interlagos no ano passado. Tudo bem que as propostas são bem distintas, mas se o caso é de ser um commuter, esse dispositivo não parece ser o mais adequado. Já as rodas expostas representam uma forma de reduzir peso e arrasto aerodinâmico. Todo o desenho saiu das pranchetas do centro de estilo da VW em Potsdam.
Com autonomia de 65 km e velocidade máxima de 130 km por hora, o NILS tem emissão zero e seria indicado para a maioria dos moradores, por exemplo, de cidades como Berlim e Munique, onde as pessoas costumam fazer deslocamentos de bicicleta de casa para o trabalho e vice-versa. Segundo dados do governo alemão, 73,9% dessas pessoas deslocam-se em um trajeto diário de no máximo 25 quilômetros entre a residência e o escritório. O NILS se propõe a substituir a bicicleta, o que no rigoroso inverno europeu é um atrativo em tanto. Ainda de acordo com o governo alemão, o objetivo do projeto nem é tanto atrair que já usa um transporte ecologicamente racional, mas puxar também os que usam carros - e que formam 60% desse contingente. Ainda dentro dessa estatística, 90% das pessoas viajam sozinhas.
As medidas são para encorajar mesmo, mas podem assustar: com apenas três metros de comprimento, o NILS tem 0,39 metros de roda a roda - número que, se estiver correto, deixa o condutor quase como em uma moto - e mede 1,2 metros de altura. Inspirado no desenho dos F1, o carrinho vai de zero a 100 km por hora em menos de 11 segundos e consegue esse desempenho graças ao motor de 15 kw, abastecido por uma bateria de íon lítio. O propulsor é leve, pesa 19 kg, incluindo aí a transmissão e a bateria. A tração é traseira.
Em termos de segurança, muita modernidade. O carrinho tem ESP, para controlar a tração, e ainda um sistema de controla automaticamente a distância em relação ao carro da frente. Se essa distância se reduzir muito rapidamente, o computador aciona uma frenagem emergencial para impedir danos ou reduzi-los em uma colisão. Para reduzir pesos e custos, muitos equipamentos não possuem assistência elétrica, como é o caso dos espelhos retrovisores, que são manuais. A seleção de marcha do câmbio automático é feita a partir de um botão no volante. Alumínio de diferentes composições e graus de rigidez são usados para garantir a segurança do motorista dentro da célula da cabine. As portas são feitas de policarbonato e possuem reforço de barras internas anti colisão. Faróis são de xenônio e as lanternas são de Led, com transmissão de carga à base de semicondutores, o que garante a iluminação com um mínimo de dispêndio de energia. O reabastecimento pode ser feito na tomada comum da residência.
Por Marcelo Ambrosio
Fotos de Camilla Nor
Se já era bom antes, agora ficou melhor. A frase é chavão, mas vale cada letra no caso do novo Passat. Recebemos um modelo automático para uma semana de testes e, depois de mil quilômetros rodados em ambiente urbano e com um grande pedaço de avaliação em estradas, sentimos aquela nostalgia na hora de devolve-lo à revenda. Extremamente confortável, silencioso, espaçoso, moderno e com um estilo até agressivo para um sedã - o que o deixa mais próximo do irmão estiloso, o CC - porém ainda atrás do Hyundai Sonata, o Passat se mostrou dócil ao extremo em dirigibilidade, com uma resposta de propulsão e torque condizente com seu peso e com as suas necessidades de potência. Trata-se de um carro feito para deslizar na rua ou na rodovia, mas se alguém der um apertão no alicate do pé direito, o motor de 2 litros e 201 cv de potência reage em cima do laço. Ajuda muito também o excelente escalonamento do câmbio DSG de seis velocidades - até usamos em alguns momentos a variação no manual sequencial, mas achamos que a reação ao kick down é tão adequada que nem se sente muita falta.
A lista de itens de conforto interno é extensa. Há luzes de cortesia individuais nos bancos traseiros, ar condicionado dual zone digital muito bem equacionado, o que permite um fluxo baixo de ar interno e, consequentemente, baixo nível de ruído, Os comandos são de fácil acesso e compreensão e alguns features especiais, como o sensor que avisa ao motorista de um possível estado de sonolência, é altamente bem vindo. Não se escuta o ruído do motor a bordo e a suspensão distribui bastante bem as irregularidades, evitando ao mínimo que sejam transferidas aos ocupantes. Outro item diferencial no carro é a câmara de tevê que auxilia as manobras - as colunas são largas e o para brisas traseiro é relativamente pequeno. Quando se aciona a marcha a ré no câmbio, a logomarca da VW se abre na mala como uma escotilha, revelando a câmera bem posicionada. Como ela gera imagens de uma altura quase igual à do motorista, tentamos e conseguimos estacionar o carro usando apenas esse feature sem maiores dificuldades. Luzes de cortesia azuis nos pés também são um charme a mais e transmitem tranquilidade. Sensores de aproximação traseiros e laterais ajudam a compor o conjunto de facilidades. Sistemas de auxílio - como detectores de obstáculos que fream automaticamente o carro - também são um alívio nas nossas garagens apertadas.
Mas o que mais nos chamou a atenção mesmo no Passat foi um quesito fundamental para um veículo que só pode rodar com gasolina. O consumo na estrada, em velocidade constante travada em 110 km/h, em vários momentos chegou á incrível marca de 21 km/litros registrados pelo computador de bordo. E nem se tratava de consumo instantâneo, mas de uma média. Na cidade, também usando o acelerador com suavidade e evitando acelerar muito, a média também surpreendeu, ficando sempre em torno dos 10 km/litro. Para um carro desse porte, por R$ 106.700, saber que usar representa tão pouco gasto com combustível é uma grata afirmação de eficiência técnica, mecânica e aerodinâmica. Se a gente já é capaz de esquecer da vida dentro de um carro tão confortável e silencioso, no caso do Passat vai precisar ficar atento ao marcador de combustível, porque ele é bem pouco exigente.
VW mostra o Up, aposta no mercado dos compactos pequenos.
Um dos patrocinadores do maior evento de música esse ano no Rio de Janeiro, a Volkswagen, lançou uma série especial de dois modelos da marca, o Gol e o Fox. Os dois carros receberam algumas modificações alusivas ao festival que acontecerá nos meses de setembro e outubro. Segundo o gerente de Vendas e Marketing, Henrique Sampaio, essas séries têm um significado importante para o consumidor e um grande apelo principalmente ao público jovem, sem contar colecionadores.
A criatividade com humor é a melhor ferramenta para a publicidade. Enquanto no Brasil a Volkwagen vende o Jetta usando um buldogue que fala, lá fora quer emplacar o Passat com uma propaganda ainda mais bem humorada, e que dispensa legendas. Com o som da trilha sonora original ao fundo, um garoto, vestido como o vilão Darth Vader, de Guerra nas Estrelas, tenta usar “a força” para dar vida a objetos dentro de casa e no jardim. Nada parece funcionar, nem o cachorro fala, nem o bicho de pelúcia ganha vida, até que o pai do menino, usando o mecanismo de acionamento remoto da chave, faz as luzes acenderem e as portas destravarem, e a fé nos próprios poderes reaviva a alegria do pequeno cavaleiro Jedi. Exibida durante o intervalo do Superbowl, a final nacional do campeonato de futebol americano, a sequência virou também uma febre na internet, com mais de 37 milhões de exibições no YouTube.
O Salão de Xangai mudou de cara. Não à toa a Volkswagen escolheu o evento na China para apresentar o novo Beetle - o projeto foi revelado também em Nova York e Berlim - repleto de elementos que remetem aos primeiros modelos de Ferdinand Porsche há 73 anos. O carro chega aos EUA ainda este ano e à Europa em 2012. Por aqui ainda não se sabe, mas pode ser antes do lançamento europeu, já que a marca pode trazer o carrinho do México. O desenho, agora refeito, procura aproximar o projeto de 1998 com o conceito Ragster de Detroit, em 2005.
A Volkswagen aproveitou o lançamento do Jetta para apresentar, também, as novidades para 2012 no restante da linha - a maioria, porque o Polo não foi representado nem na versão hacth nem na sedã. Externamente, a família não chegou modificada, a não ser por duas novas versões do Fox 1.0, escolhidas por isso aqui no CarZ para serem as estrelas da avaliação. O BlackFox e o SilverFox são, como o nome já adianta, quase monocromáticos e tem preço estimado em torno de R$ 33.000. A marca teve como foco o público jovem. Foi uma boa jogada. O trabalho do pessoal de estilo funcionou melhor em um modelo que no outro, sobretudo porque não há qualquer mudança estética no desenho - embora o friso na parte inferior do párachoques tenha ganhado um tom cromado. No caso do preto, as novas rodas em aro 17, pintadas com a cor Edelstahl (um tipo de cinza escuro) oferecem pouco contraste para quem o vê de fora. Se não prestássemos atenção no logotipo especial, não distinguiríamos facilmente de tantos outros parecidos, inclusive com os faróis duplos com máscara negra, lanternas igualmente escurecidas e spoiler também em preto (bem como as maçanetas).
A Volkswagen está trazendo para o Brasil a nova geração do Jetta, um dos sedãs médios de maior sucesso em todo o mundo. Totalmente novo e projetado na Alemanha, o modelo é maior, mais confortável e esportivo e introduz uma nova plataforma, especialmente desenvolvida para ele. Pleno de personalidade, o exterior do Novo Jetta reflete a nova linha global de estilo da marca Volkswagen e é marcado pelo equilíbrio dimensional trabalhado para dar ao carro aparência dinâmica, presença determinante e uma elegância que transcende o tempo. O design interno dos carros da Volkswagen tem como base algumas linhas-chaves: perfeição ergonômica e um claro e destacado nível de qualidade de execução e materiais. Seguindo esses princípios, o interior do Novo Jetta é inteiramente novo mas, de certa forma, parece bastante familiar aos usuários da marca.
A Volkswagen lançou uma nova versão de seu principal produto, o novo Gol Rallye. A marca fez alterações importantes no conjunto de suspensão e molas (ficou 28 mm mais alto) para enfrentar pisos irregulares, e incluiu um pacote de itens de série bem interessante como farol com máscara negra, faróis de neblina, caixa de rodas com moldura e faixas laterais, duplo airbags, direção, sensor de estacionamento, ar e rádio com CD player. Raça com certo estilo. O teste durou 200 km, principalmente no centro urbano, com uma esticada na estrada.
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