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Apresentado ao brasileiro em, o sedã Honda City chegou ao mercado local com um certo problema de personalidade: de origem, foi desenvolvido para mercados emergentes asiáticos, com um nível de exigência menor; ao começar a ser fabricado em Sumaré (SP), passou a mirar modelos como Volkswagen Polo Sedan, Fiat Linea e Peugeot 207 Passion, do chamado segmento compacto premium (ou "com algo a mais"), em que o comprador faz questão de levar para casa uma boa lista de equipamentos de série.
Vale muito a pena se comprado na versão DX, pois é possível comprar o carro por R$50500,00 nas concessionárias, colocar um banco de couro e som por mais 2500,00. Por 53000, com exceção do Cerato, que é importado, tem preço de seguro mais alto, não é flex e de uma empresa menos confiável, não há nenhum outro carro que apresente um custo-benefício como este. As versões superiores do City na minha opinião não compensam.
só sabe quem tem
Conjunto muito bom! Recomendo.
Ótimo carro, confortável, bom espaço interno, consumo baixo. O motor poderia ter uns HP's a mais. Critica construtiva para um carro ( modelo City EX-MT ) neste nível de preço: - falha imperdoável: ausência da luz de cortezia dentro do porta luva. - falha imperdoável: ausência de duplo hodometro parcail, tipo "TRIP B" - achamos a suspensão dianteira + pneus , barulhentos demais para um veículo com pouca quilometragem. Raimar
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