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Carros » Fiat
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Marcelo Ambrósio
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Avaliamos por 10 dias, em estrada e na cidade, um modelo Cult 1.4 do Fiat500.
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Carros » Testes
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Eduardo Rocha
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De uns tempos para cá, as ruas brasileiras têm sido invadidas por modelos que, apesar de estamparem no capô uma marca de luxo, internamente ficam aquém das aparências. São versões que passam por um processo de “depenamento” – perdem equipamentos, itens de conforto e materiais de acabamento mais requintados para chegar a um preço mais palatável. A intenção é caber no bolso da classe média mais abastada e ganhar volume. Modelos de entrada de Mercedes-Benz e BMW, por exemplo, têm estas características. A Audi preferiu ficar fora dessa briga. A estratégia da marca, reafirmada com a chegada do sedã A4 renovado, é manter o requinte e preservar uma imagem premium. Por isso, o A4 mais barato é bem mais caro que os rivais. Ele sai a R$ 149.700 contra aproximadamente R$ 135 mil da Classe C180 e R$ 102 mil do BMW 318i – que aposta mais fortemente nas versões menos equipadas e está em fim de geração.
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Carros » Testes
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Rodrigo Machado
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Automóvel é um objeto que permite múltiplas interpretações. Tanto que os consumidores conseguem atribuir valores aos modelos que nem estavam no projeto original. A própria indústria só percebe quando o mercado reage. Um bom exemplo é o segmento de sedãs médios. Na ficha técnica e até nos equipamentos, carros como Renault Fluence, Peugeot 408, Ford Focus, Chevrolet Cruze, Honda Civic e Toyota Corolla fazem parte do mesmo nicho. Na realidade, porém, não é bem assim. Como é um segmento em que a imagem que o carro projeta vale muito, características cruciais para outros públicos, como preço ou espaço interno, não fazem a diferença. Prestígio, confiabilidade, tecnologia e equipamentos acabam se refletindo mais nas vendas. É a percepção desses valores que vem fazendo as vendas da 9ª geração do Civic acelerarem desde que chegou ao mercado, em janeiro, apesar de custar 10% mais caro que vários de seus rivais. Em abril, ele passou a ocupar a segunda posição do ranking de sedãs médios, atrás do Toyota Corolla e pouco à frente do Chevrolet Cruze – modelos que têm exatamente o mesmo patamar de preço do Civic.
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Carros » Testes
Escrito por
Rodrigo Machado
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Na Europa, seu continente de origem, a Peugeot é uma marca generalista com uma “queda” pela esportividade – principalmente em termos de design. Tradicionalmente a linha da marca francesa sempre abrigou cupês estilosos, conversíveis ousados e até hatches arrojados. Muitas vezes, esses modelos nem precisam ser acompanhados de grande capacidade dinâmica. O importante mesmo é o desenho. Foi exatamente com essa ideia que a Peugeot lançou mundialmente o RCZ em 2010. No fim do ano passado, ele chegou no Brasil para ser o único representante desta estirpe na gama local da Peugeot. E consegue fazer exatamente aquilo que se propõe. O desempenho nem é propriamente avassalador, mas o visual denuncia aos brasileiros toda a capacidade da Peugeot para adicionar “pimenta” aos seus automóveis.
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Carros » Testes
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Rodrigo Machado
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A partir da incorporação pela Renault, em 1999, a Nissan mudou a sua estratégia de fazer e vender carros. Antes, atuava como uma legítima marca japonesa, procurando fabricar produtos de alta confiabilidade e com foco na qualidade de produção. Nos últimos 13 anos, no entanto, a Nissan buscou escala de mercado. Gradativamente, trocou os modelos maiores e mais sofisticados por carros mais baratos e facilmente construídos, mas que conseguissem ter preço mais competitivo. Não é que a qualidade tenha sido esquecida – ainda produz carros exclusivíssimos, como o esportivo GT-R. Mas a Nissan agora atua no mesmo nível dos fabricantes automotivos generalistas em todo o mundo. E o Versa, sedã lançado no Brasil em outubro, representa bem esta nova era. Tem visual moderno – apesar da traseira pouco inspirada –, aspecto de carro maior, mas traz conteúdo apenas necessário para brigar no segmento de compactos. Nas concessionárias, seu preço – iniciais R$ 35.900 –, normalmente aparece escrito no parabrisas. Quase sempre seguido das fatídicas palavras “a partir de”.
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Carros » Ford
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Marcelo Ambrósio
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O lançamento oficial da nova geração do EcoSport só deveacontecer no segundo semestre, pelo menos aqui no Brasil, na que na China eÍndia ele já foi apresentando. Enquanto isso, a Ford vem dando doseshomeopáticas do carro. A primeiraaconteceu em janeiro em Brasília. Agora, a festa foi em Salvador, com direito auma megashow de Carlinhos Brown no Farol da Barra, para mostrar realmente como seráeste novo EcoSport.
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Carros » Testes
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Rodrigo Machado
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O Evoque é um daqueles veículos que se tornam marcantes na história de uma marca. A ideia da Land Rover quando lançou o modelo, no ano passado, era alavancar a sua participação de mercado em todo mundo – geralmente pequena, mas bem lucrativa. Ao criar um utilitário que viabiliza o luxo e o requinte da linha “top” Range Rover para um público mais abrangente, a fabricante inglesa sabia que iria ganhar volume. Mas a impressão é que nem os executivos da empresa imaginavam uma recepção tão boa. No Brasil, a história foi parecida. Com cinco meses de mercado, a média mensal de vendas é de 450 carros – em março, foram 596 unidades. Um número muito significativo quando se fala de um automóvel que ronda os R$ 200 mil. E que faz do Evoque o veículo de marca de luxo mais vendido do país, superando todos os modelos de Audi, BMW, Mercedes e Volvo.
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Carros » Testes
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Igor Macário
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A Kia resolveu aproveitar a chegada do novo Optima para reforçar no Brasil uma imagem de requinte e sofisticação. A fabricante sul-coreana, que atua como uma marca de "segunda linha" do grupo Hyundai Motor na Europa e nos Estados Unidos, goza no mercado nacional de um status único no mundo: o de marca premium. A chegada do novo médio-grande da Kia foi a deixa para o reajuste de preços nesse segmento. Conhecido até então como Magentis, o modelo oferecia tamanho e conteúdo compatíveis com a concorrência do nível do Ford Fusion por um preço razoavelmente menor. Até sua segunda fase, que durou até 2010, o Magentis era vendido com preços a partir dos R$ 70 mil. Agora o novo Optima – nome que passa a ser global – teve o preço reajustado para R$ 96.900 na versão mais barata. O modelo ganhou um visual bem mais moderno e "musculoso" para tentar se colocar no Brasil junto a concorrentes de marcas com imagens mais consolidadas.
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Carros » Jaguar
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Marcelo Ambrósio
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O anúncio da marca britânica veio durante apresentação no Salão do Automóvel de Nova York, hoje. O C-XJ16 foi apresentado em Paris, em setembro do ano passado, e a reação segundo os executivos da marca foi tão boa que a empresa decidiu acelerar o desenvolvimento desse esportivo inteiramente novo.
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Carros » Chevrolet
Escrito por
Marcelo Ambrósio
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Quando o Chevrolet Cobalt foi lançado no final do ano passado pela GM, a missão não era das mais fáceis, já que tinha de brigar por um espaço no concorrido segmento de sedãs compactos. Pior do que isso, vinha com a responsabilidade de enfrentar adversários que estavam bem estabelecidos em termos de venda, caso do Voyage (Volkswagen), Logan (Renault) e o Siena (Fiat) entre outros.