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O GTS não é o Cayenne mais veloz (fica atrás do Turbo), mas é o que mais se aproxima do comportamento dos modelos esportivos da Porsche (911, Boxster e Cayman). Seus maiores diferenciais em relação ao Cayenne S, que serviu de base para a nova versão, estão no motor e na suspensão. O GTS é o primeiro Cayenne com suspensão com molas de aço e sistema PASM (Porsche Active Suspension Management, gerenciamento de suspensão ativa Porsche) − uma combinação similar às que equipam os Porsche esportivos. O motor V8 aspirado, por sua vez, ganhou 20 cv, passando a desenvolver 405 cv.
Externamente, o Cayenne GTS está diferente. Na frente, as entradas de ar estão maiores. Na traseira, foi instalado um spoiler que pode ser substituído por um elemento maior, subdividido em dois elementos. Destacam-se o logotipo “Cayenne GTS” e as ponteiras dos escapamentos com acabamento cromado. Os pára-lamas ficaram 14 mm mais largos, abrindo espaço para as rodas de liga leve (estilo Cayenne Sport) de 21 polegadas com pneus 295/35 R21. As molduras das janelas e as maçanetas externas receberam acabamento em preto fosco. Duas cores foram reservadas exclusivamente para esta versão: Vermelho GTS (sólida) e Ouro Nórdico (metálica).
 Por conta das mudanças na suspensão, a carroceria fica 24 mm mais baixa que nas versões S e V6. Se estiver equipado com suspensão pneumática (opcional), o GTS fica 20 mm mais baixo que os Cayenne V6 e Cayenne S dotados desse equipamento. O Cayenne GTS pode chegar a 253 km/h. Equipado com câmbio Tiptronic S de seis marchas, o carro pode fazer de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos (6,1 se equipado com câmbio manual de seis marchas, disponível no Brasil sob encomenda).
 No habitáculo, vários detalhes diferenciam o acabamento do Cayenne GTS, como o anagrama “GTS” nos estribos. Painel, portas e console são revestidos em couro e recebem detalhes em alumínio anodizado. Os bancos esportivos e o volante receberam couro Alcântara no centro e couro natural nas laterais, proporcionando uma sensação muito agradável ao tato. Como nas demais versões, as regulagens são feitas por meio de comandos elétricos.
 Como nos demais Cayenne, o porta-malas pode ser ampliado com facilidade por meio do rebatimento dos assentos traseiros. A capacidade pode variar entre 540 e 1.749 litros. O PTM (Porsche Traction Management, gerenciamento de tração Porsche) garante máxima segurança ativa tanto ao mudar de faixa em alta velocidade quanto ao rodar sobre superfícies com pouca aderência. A suspensão pneumática (opcional) e o PASM (de série) podem se combinar com o sistema PDCC (Porsche Dynamic Chassis Control, controle dinâmico de chassi Porsche). Constituído por duas barras estabilizadoras ativas, este sistema controla praticamente por completo as inclinações da carroceria e melhora também a maneabilidade e o conforto de condução.
 A barra estabilizadora dianteira é um pouco mais rígida que a do Cayenne S. Na traseira, foi feito o contrário: a barra ficou mais "solta". Com essa configuração, o Cayenne GTS ganhou um comportamento dinâmico semelhante ao de um modelo esportivo. Crédito Fotos: Vinicius Nunes/divulgação
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